Cícero Cattani
30 jan 2018

Um passado que pode complicar campanha de Osmar

O que poderia ser inimaginável, e que pode vir a ser real no vale tudo do embate político, seria Osmar Dias apoiar outro candidato que não o irmão Alvaro, para presidente. “Vote neste aqui, não no Alvaro” com certeza não seria bem assimilado pelo eleitor: irmão contra irmão.

Também há o risco de Osmar penar o repúdio ainda latente do professorado que não esquece, apesar dos anos,  o ataque de cavalaria da PM na manifestação no Centro Cívico, que teria havido com o conhecimento prévio do então governador Alvaro Dias – ele nega sempre, alegando ter passado ileso pela eleição de 2014 ao Senado.

E com seria a reação das professoras com relação a uma possível aliança com  Beto Richa, ainda viva a lembrança do covarde massacre de 29 de abril de 2015, e como enfrentar a fúria e indignação delas e convencer que um é um, ele é outro.

Dose dupla, com diferença de anos.

Além é claro, de ter feito palanque para Dilma (que o nomearia  vice presidente do Banco do Brasil, como compensação) e discusar ao lado de Lula, seu apoiador em 2010. Há que recordar que Rodriguinho Rocha Loures – aquele da corridinha com a mala de dinheiro –  foi vice, numa indicação do PMDB de Temer, que bateu o pé por ele E o PT, a Gleisi…

Tudo fardo muito pesado. Que enrascada, seu Osmar.

Comentários

  • penitenciário | 31 jan 2018

    Se o Osmar tiver o apoio do Requião não tem pra ninguem : ta certa a professora, quem no Paraná bate esse quarteto: Alvaro, Osmar, Fruet, e o maoir e mais sério político do estado o REQUIÂO, a quadrilha do beto está morta, o ratinho não é bobo vai sair deputado ou vcs acham que o ratão vai jogar dinheiro fora e não eleger o piá nada ! O beto se DEUS quiser será preso, a quadrilha se desmontará ! Tambem sinto pelos comissionadinhos, vão todos embora; mas também ja roubaram por oito anos, não chega ?

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