Cícero Cattani
03 set 2017

“Todas as doações foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”

Se de um lado  Beto Richa levou sorte – não terá que explicar o engodo do tour pelos Estados Unidos Canadá- doutro, a comprovação logo no dia de chegada de volta de que a mentira tem perna curta.

Beto Richa desde 2015 vem repetindo o mesmo mantra sobre seu envolvimento na Operação Quadro Negro:

O governador Beto Richa classifica as declarações do delator como afirmações mentirosas de um criminoso que busca amenizar a sua pena. Tais ilações sequer foram referendadas pela Justiça. E suas colocações são irresponsáveis e sem provas. O governador afirma que nunca teve qualquer contato com o senhor Eduardo Lopes de Souza e sequer fez ou pediu para alguém fazer qualquer solicitação a essa pessoa para a campanha eleitoral de 2014. Todas as doações eleitorais referentes à eleição de 2014 seguiram a legislação vigente e foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Ao que se lê na delação de Eduardo Lopes de Souza é que ele nunca teve contato pessoal com o governador Beto Richa.  Verdade.

Quem  procurou o dono da Valor para “um negócio que vai render muito dinheiro” foi o amigo  desde a faculdade de engenharia Maurício Fanini.  Seu fiel escudeiro.

 – Todas as doações eleitorais referentes à eleição de 2014 seguiram a legislação vigente e foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”, garante Richa.

Quem já não ouviu coisa parecida nos noticiosos das tevês sobre os escândalos envolvendo políticos na Lava Jato?

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