Cícero Cattani
01 fev 2018

A sorte dos candidatos que fazem dos cargos trampolim (1)

Não só o Mounir da Sanepar está à toda, como postado aqui.Tem mais gente importante em campanha aberta: uns vão, outros caem em desgraça. O blog foi ouvir quem entendo do riscado. A primeira avaliação é a que segue:

Valdir Rossoni, o poderoso chefe da Casa Civil, também deputado federal, chama mais a tenção. Para alguns, ele vive momento de muita tensão, teme ser traído depois de deixar de ser o homem que faz a cabeça de Beto Richa e manda de fato no governo.

Muito poder para ir à lutar da reeleição pode não representar mais votos.

Caputo Neto, secretário da Saúde,  é candidato à Assembléia. Um maná. Anda com o o deputado federal Luciano Ducci – “dono” da área de saúde estadual e municipal – para lá e pra cá. O apoio maior vem de  grandes hospitais hospitais: Caron , Rocio de Campo Largo, João de Freitas (Arapongas) e outros

Não é bem visto por alguns deputados estaduais: É considerado o mais antipático do governo. Trata mal todo mundo que vai na secretaria, pelas mãos de um deputado estadual, por mais que seja da base. Se o prefeito chega lá sozinho, e manifesta simpatia, é tratado como rei.

Lupion. O ex-deputado federal Abelardo é outro apontado de ter transformado a Cohapar, preside, em um comitê do filho Pedro, atual deputado estadual.  Lupion tem como base de atuação a região do Norte Pioneiro, Campos Gerais e Vale do Ivaí. Outro maná.

Marcelo Richa (foto) tem na mãe seu maior cabo eleitoral. A secretária  da Família e Desenvolvimento Social,  Fernanda Richa é considera uma ótima articuladora. Além da máquina oficial,  Marcelo tem ainda a secretaria de Esporte de Curitiba a todo o vapor.

Ele é mais esperto, mais cauteloso, e menos exibido, costura muito bem as bases.Vai se eleger

Pepe Richa, ao contrario do sobrinho, não costura bem, tenta jogar no atacado, exibido, e estaria  cometendo muitos erros, segundo observadores atentos .

Quer virar o pai dessas grandes obras do dinheiro do empréstimo do Banco Interamericano.
Trabalha nos bastidores com os prefeitos que serão beneficiados.

Estratégia pode não funcionar: Prefeitos muito comprometidos e o discurso no atacado, em relação a obras, só serve para eleição majoritária

(segue)

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