Cícero Cattani
03 jun 2017

Rodrigo entre conselho de Requião e desejo de Temer

Abre a alma Rodrigo, se reconcilia com sua história, dá exemplo para seus filhos e ajuda a salvar o Brasil. Se ele me pedisse conselho, diria para falar tudo o que sabe”.

O apelo é do senador Roberto Requião, aquele que o iniciou na política e elevou Rodrigo Rocha Loures a chefe de gabinete em sua segunda gestão como governador. Depois da passagem pelo governo, Rodriguinho foi deputado federal e candidato a vice de Osmar Dias, nas eleições de 2014. Na segunda tentativa para voltar à Câmara, ficou na primeira suplência, em 2014.

Já não é o que deseja Michel Temer, que o acolheu como homem da maior confiança. Rodriguinho se aproximou dele ainda presidente do PMDB, na campanha da primeira eleição de Dilma-Temer. Sem mandato, o paranaense encontrou abrigo no grupo das pessoas mais próximas do hoje presidente.

“Eu duvido que ele faça uma delação. E duvido que ele vá me denunciar. Primeiro, porque não seria verdade. Segundo, conhecendo-o, acho difícil que ele faça isso. Agora, nunca posso prever o que pode acontecer se eventualmente ele tiver um problema maior, e se as pessoas disserem para ele, como chegaram para o outro menino, o grampeador (Joesley): “Olha, você terá vantagens tais e tais se você disser isso e aquilo”. Aí não posso garantir.” (Entrevista à revista IstoÉ)

Arrisco um palpite: Rodriguinho vai fazer o que o pai dele mandar.

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