Cícero Cattani
10 jan 2018

Richa inaugura tudo e promete mais pelo que perdeu


Ricardo Barros aproveita os últimos momentos no Ministério de Saúde para distribuir verbas e, assim, não desgarrar de Richa:  repassa R$ 10 milhões para o Consórcio Metropolitano de Saúde do Paraná, que reúne 27 municípios da RM de Curitiba


O governador Beto Richa está à toda inaugurando o quer que seja nas pequenas cidades – os  chamados grotões eleitorais – para recuperar a popularidade perdida. Sem descuidar, contudo, dos 27 municípios da região metropolitana de Curitiba, onde se concentra – junto com a capital – 1/3 do eleitorado paranaense.

Ele teria, em tese, até sete de abril para decidir se continua no governo ou parte para disputar uma das duas vagas para o Senado. Caso Roberto Requião opte pela vice Lula, tudo seria mais tranquilo de chegar lá. Porém, a decisão sobre o futuro dependerá da recuperação junto aos eleitores, principalmente dos grandes colégios.

O que chama a atenção é a presença quase constante de Cida Borghetti e do marido Ricardo Barros em alguns encontros promocionais. Barros defende que Richa dispute o Senado – que quer a mulher como governadora na condição de vice –  fazendo coro a Fernanda Richa, que teme que o filho Marcello não possa concorrer à Assembleia caso o marido não fique até o final do mandato. Aliás, o mesmo desejo do Irmão José Pepe Richa, que trabalha com  afinco de olho na Câmara Federal

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