Cícero Cattani
26 fev 2018

Pedágio. Quando a água bate na bunda, nade ou morre


Quando teve oportunidade de somar-se na luta contra o pedágio extorsivo, a bancada governista nada fez: a CPI do Pedágio não passava de  investida rasteira para desgastar   o tucano mor Beto Richa, diziam os atrelados ao Iguaçu. Com o escândalo batendo à porta do palácio, até o deputado Luiz Romanelli quer agora que o governo, do qual é líder, “suspenda os aumentos estratosféricos que sufoca a economia paranaense”. Como diz um velho e certeiro ditado “quando a água bate na bunda, ou você aprende a nadar, ou morre afogado”


 Tarifa tem que baixar

Por Roseli Abrão, blog

  • – Como não poderia ser diferente, o pedágio – a partir da deflagração da Operação Integração, na última quinta-feira, foi um dos principais temas de debate na sessão desta segunda-feira, da Assembleia.

E todos foram unanimes em defender, diante do que levantou o Ministério Público Federal, que o preço da tarifa tem que baixar.

Enquanto o líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli, apresentava um requerimento, que ganhou apoio dos parlamentares, pedindo que o Ministério Público Federal determine a redução das tarifas e a manutenção das obras em andamento, o líder da oposição, deputado Anibelli Neto, cobrou do governo do Estado uma atitude.

Para o líder da oposição, o governo pode – e deve – tomar providências, determinando a Agepar que, com base nos documentos do MPF, “suspenda os aumentos estratosféricos que sufoca a economia paranaense”.

Calote

Não foram poucos os deputados que levantaram a possibilidade de, ao final dos contratos, em 14 de novembro de 2021, as concessionárias darem um “calote”, deixando de realizar as obras que ainda não foram realizadas.

O deputado Recalcatti foi um deles, que atestou que os contratos do pedágio, assinados em 1997, pelo governo Jaime Lerner,, foram “mal feitos”.

Agora, não depois

O deputado Tercilio Turini defendeu que o pedágio seja o principal tema de debate dos candidatos ao governo do Paraná.

Isto porque o fim dos contratos acontecerá no mandato do governador a ser eleito em 7 de outubro.

— Não podemos esperar 2021 para começar a discutir essa questão, disse o deputado.

Comentários

  • bs | 26 fev 2018

    Essa pressão, época de eleição, querem apostar que nada vai acontecer, ou vai baixar na eleição e depois sobe de novo,
    E quem paga a conta? a ninguezada!!!!
    E os parasitas agradecem.
    VOTAR NULO PROTESTE

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