Cícero Cattani
21 maio 2018

Nervos de aço: Fanini depõe em Brasília, tensão aqui

O que Maurício Fanini  poderá dizer, dia 30 em Brasília, que Beto Richa não possa rebater de pronto?  “Pode haver alguém tão íntegro quanto eu, mas mais não tem”. Asim tem sido a defesa diante da enxurrada de denúncias, agora mais constantes, contra o ex-governador e candidato ao Senado: há que ter nervos de aço.

Nova prova de fogo a que Richa deverá submeter-se será no próximo dia 30, às 16h45.   O depoimento do engenheiro civil Maurício Fanini, no âmbito da principal ação penal da Operação Quadro Negro, em trâmite desde janeiro de 2016 na 9ª Vara Criminal de Curitiba. O interrogatório será realizado na 2ª Vara de Precatórios do Distrito Federal.

Segundo a jornalista Catarina Scortteci, o principal réu da Quadro Negro, Fanini está preso na carceragem da PF em Brasília, onde aguarda a homologação da sua delação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), daí o interrogatório na capital federal, e não em Curitiba.

Fanini deve falar sobre a participação de políticos no esquema de corrupção que teria funcionado na Secretaria da Educação, durante o primeiro mandato da gestão Beto Richa (PSDB), entre 2011 e 2014.

Comentários

  • penitenciario | 22 maio 2018

    Ta na horo de pegarem os membros dessa quadrilha, que quebrou o Paraná á quase oito anos ; dinheiro roubado do paranaprevidencia, agressão á professores; nenhuma obra importante e o pior, candidatos á cargo maiores como governador ou reeleição, como a tal cida que é imprestável, o traiano, o curi, o robanellis, o plauto, o nerso justus , o cagão do francisquini e o pai ,o idiota do ratinho e sua turma ! Acorda Paraná , eles podem voltar !

  • Pandora | 22 maio 2018

    Penitenciário, minha maior alegria seria ter Requião, governador pela quarta vez, escancarando todas falcatruas cometidas por esse lixo que comanda o Palácio Iguaçú et caterva.
    Também, para ve-lo colocar um ponto final nos repasses efetuados para o TJ e MP de recurso$$ provenientes do Fundo de Participação dos Estados, com a qual, lamentavelmente, Richa negociou o silêncio das excelências.

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