O Paraná está no lado B

Por Ruth Bolognese  

Se você for levado apenas pelo discurso do Palácio Iguaçu, chega a acreditar que o Paraná é uma ilha de prosperidade. Que é um estado que “fez a lição de casa” e está com as contas ajustadinhas – diferentemente do resto do Brasil.

Não é desta forma que a Secretaria do Tesouro Nacional nos enxerga. Num ranking de classificação de risco, Pará e Espírito Santo conquistaram a nota “A” – isto é, estados que apresentam perfeito equilíbrio das contas públicas, com maior capacidade de endividamento, poupança corrente e liquidez, avaliação que os colocam no topo do índice de Capacidade de Pagamento (Capag).

Já o Paraná ganhou nota “B“, no mesmo patamar de Alagoas, Ceará, Maranhão e Rondônia, por exemplo.

Na classe “C” ficaram a Bahia, o Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, evidente, estão na última posição, a categoria “D“.

O ranking foi divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (6