Cícero Cattani
02 jan 2018

Mesmo com a onda da renovação, os clãs se mantém

Ainda que seja cedo, estima-se que algumas dezenas de  deputados estaduais da ala governista não devem se reeleger em 2018. Diferente da Câmara Federal, com a maioria sendo reconduzida pelos eleitores. Os campeões de votos, contudo, podem ser outros. Tanto para o legislativo estadual como para o federal.

Alguns clãs mais conhecidos não vão se esforçar muito  para eleger bem os seus.

Os Richas apostam no rebento Marcello, na Assembleia, e, também o estreando em disputas, José Pepe Richa para a Câmara.  O chefe Beto, esperta-se, vai para o Senado, repetindo a trajetória do pai José.

Os Barros se garantem com Ricardo na Câmara e Maria Victória na Assembleia. Faltaria ainda posicionar o derrotado candidato a prefeito de Maringá, Silvio. Cida será a nova governadora com a saída em abril de Beto Richa.

Cida vai disputar o governo com objetivo de ser decisiva para decidir o vitorioso no segundo turno. Mesmo perdendo, o clã sairá ganhando – como sempre.

No lado dos Requião, falta saber  aonde vai o chefe Roberto. João Arruda deve ser bem votado para ficar na Câmara e Requião Filho terá assegurado sua cadeira na Assembleia, também  com votação superior à primeira eleição.

Comentários

  • Eleitor de Curitiba | 03 jan 2018

    Prevejo o clã Richa sendo dizimado nas urnas, apenas o Marcelo Richa tem uma pequena chance, o clã Barros deve reeleger pai e filha, mas não com a votação que tiveram em 2014 e do clã Requião, ambos os Requiões se elegem ao que disputarem, já o João Arruda se reelege com uma votação bem inferior, inclusive não sendo o primeiro nem no PMDB ou MDB, seja lá como eles estão chamando o partido agora.

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