Cícero Cattani
06 jun 2017

Máfia do ônibus na PGR. Delator cita até um desembargador

<<<Sacha Reck envolve conselheiro do TC e o homem forte de Beto Richa, Deonilson Roldo. –

Por conter citações de entes públicos com prerrogativa de foro, a delação do advogado Sacha Reck  na Operação Riquixá, – à qual o blog teve acesso –   que desvendou a máfia  do transporte coletivo que age em Curitiba e cidades do interior, inclusive em outros estados, foi parar na Procuradoria Geral da República. A delação atinge figuras notáveis do grupo de Beto Richa , e ele próprio como ex-prefeito.

São citados como participantes ativos da licitação do transporte coletivo de Curitiba, o  hoje desembargador Ramon Nogueira, na época advogado eleitoral de Richa, Ivan Bonilha, conselheiro do Tribunal de Contas, ex-procurador Geral da Prefeitura e ex-coordenador jurídico das campanhas do governador, Deonilson Roldo, atual chefe de Gabinete e influente desde os tempos da prefeitura, além de diretores da Urbs.

Roldo aparece, inclusive, participando de encontro decisivo de empresários do setor, no apartamento do deputado federal Osmar Bertoldi, também dono de empresa de ônibus.

As investigações, iniciadas em 2013, indicam que integrantes de empresa de engenharia especializada em transporte coletivo, advogados e representantes de empresas de ônibus formam o grupo criminoso, que utiliza “laranjas” e formações societárias complexas para ocultar a existência do grupo econômico.

De acordo com o Gaeco, indícios apontam que a organização criminosa age pelo menos desde 2009, cooptando agentes públicos para a prática dos crimes. Com a participação dessas pessoas, o grupo obtém meios de remunerar ilicitamente, com dinheiro público, a organização das fraudes concorrenciais, contratando componentes do grupo criminoso para prestar assessorias simuladas ou substituir comissões de licitação.

Um relatório do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) aponta que foram encontrados indícios de formação de cartel na licitação do transporte coletivo, assinada por Richa no final de mandato. Segundo  documento, foram encontrados indícios de formação de cartel no processo. m uma auditoria feita no sistema de transporte, concluiu que apenas uma família – Gulin – detém 70% de todas as ações do serviço na região.

Comentários

  • Lafaiete Neves | 06 jun 2017

    Materia de alta relevancia.
    Tem que ter continuidade, com mais profundidade.

  • Castilho | 06 jun 2017

    onde vai parar essa quadrilha em torno do Beto?? que usufruem e se alimentam dos recursos do povo desde a prefeitura da capital??

    limpeza geral……….. saudoso Jose Richa nao merece isso

  • SYLVIO SEBASTIANI | 06 jun 2017

    Eu conheço alguns desta “Turma”, motivo que não gostam de mim! Fico muito feliz, porque eles todos me devem, pois o JOSÉ RICHA ficou na política em 1966 porque eu quem deixou ele ingressar no MDB para ser candidato, porque a ARENA não deixou! Ficaria ele SEM partido e SEM possibilidade de ser candidato.DEVEM A MIM, ENTENDERAM? A mulher do Bonilha que é Procuradora do Estado, em Oficio afirmou que em meu Decreto de Aposentadoria da Assembleia NÃO constava que eu tinha o Direito ao TIDE. Ela “MENTIU”, pois tem desde 1986! Uma Procuradora de Estado não pode MENTIR, o Procurador-Geral nada fez. Então mudou as Regras:Procurador pode MENTIR! Tdos agora mode MENTIR. ETA PARANÁ!

  • Miguel Scarvante | 06 jun 2017

    Esse Deonilson Roldo é o todo poderoso vinculado ao Beto Richa. Quando começarem a investigar a vida desse sujeito que em quinze anos enriquece de forma surpreendente ou ele vira o fenômeno do capitalismo ou ele vai ter que explicar na polícia muita coisa. Ele segura muita coisa pois, comanda a Comunicação do Beto Richa diretamente agora e indiretamente há muito tempo. OLHO VIVE NELE! Chega de impunidade.

  • SYLVIO SEBASTIANI | 06 jun 2017

    Deonilso Roldo funcionário da Assembleia Legislativa, NUNCA trabalhou lá, se aposentou com alto salário. Culpados foram os deputados da Comissão Executiva:Nelson Justus, Hermas Brandão, Valdir Rossoni, Nereu Moura, Alexandre Cury, Ademar Traiano e Plauto Miró Guimarães.

  • Chibata. | 06 jun 2017

    Fica clara a motivação para um tal de Roldo influenciar o mandante mor do Executivo para não conceder melhorias salariais e perseguir com achatamento salarial do ordenado alimentício os membros Delegados e agentes da polícia investigatória com muito ódio e que se espalha para o Ministério Público…Rabo de palha e altos comprometimentos ilegais… Mundo pequeno êste !!!Barbaridade.

  • professora Eliza | 06 jun 2017

    Cicero, dou atenção ao blog para atualizar-me com o noticiário; mas as noticias são de enojar qualquer um ! Tribunal de contas do estado,tribunal de justiça todos com um bando de vagabundos , onde as indicações são feitas para atender interesses politicos e nos funcionários, nada ! FORA QUADRILHA. ACORDA CURITIBA E PARANÀ . VOTE CERTO !

  • penitenciario | 06 jun 2017

    Força GAECO a quadrilha do rixa corrupto é muito grande; tem muito comissionado , atuando por escala, inclusive em blogs . Quando essa desgraça vai parar? E ainda falam em ratinhos e outros bandidos , pense povo !

  • Roberto Façanha | 06 jun 2017

    Empresário Curitibano é processado por denunciar fraude em licitação. A empresa estatal que protocolou o processo acreditou que conseguiria calá-lo pressionando-o na justiça.Provas não faltavam, tanto que o MP acatou a denúncia do empresário e encaminhou para inquérito na NURCE. Ninguém cala a verdade!

  • Janaina Fernanda | 07 jun 2017

    Este tal de Denilson rodo …já diz né passa o rodo em tudo …o cara junto com seu cunhado também aspone do Richa um tal de Claudio Pacheco e um tal de Fábio dalazem ..são sócios do rodo em vários restaurantes em Curitiba e pinhais uma maneira de fazer a festa com o dinheiro sujo da corrupção …ferra estes pilantras cattani

  • Poseidon | 07 jun 2017

    Tem que fazer uma Devassa nesses citados! MP, NURCE, PF, RF, GAECO, TJ. CHEGA DE IMPUNIDADE.

  • Drico Nivio | 07 jun 2017

    O que está acontecendo com esse final do governo Bato Richa é o mesmo ou pior do que aconteceu no final de feira do governo Lerner.

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