Cícero Cattani
22 fev 2018

Irmãos Richa, tudo a ver com o escândalo da Econorte

“O governador Beto Richa determinou hoje a pronta instauração de processo de investigação para o esclarecimento de eventuais irregularidades apontadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, na chamada “Operação Integração”, que envolve a concessão de rodovias federais no Paraná. A investigação será conduzida pela Controladoria Geral do Estado”, diz nota oficial do Iguaçu. Como se a Polícia Federal e o MPF não estivessem agindo.

Se for para levar a sério, a Controladoria Geral deverá ouvir, inicialmente, os responsáveis pelas nomeações do diretor geral do DER e dos membros da Agepar: o próprio Richa e o irmão José Richa Filho (foto). Todos eles nomeados durante o segundo mandado do governador.

“Tanto os contratos quanto os aditivos relacionados ao chamado Anel de Integração foram conduzidos pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER), que é o poder concedente. E todos terminaram submetidos ao crivo da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná – Agepar, que homologou seus termos”.

A CGE deve, também,  indagar do secretario de Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, se ele,com superior hierárquico e próximo de diretor geral do DER, não se deu conta dos gastos excessivos de Nelson Leal Júnior: compra de apartamento de R$2,5 milhões em  Balneário Camboriú, locação de iate de luxo e ostentação de riqueza.

Também como a concessionária investigada tem o pedágio mais caro do Paraná.

A nota oficial do Iguaçu ainda tenta envolver o ex-governador Jaime Lerner: “Os contratos originais do Anel de Integração foram assinados em 1997”.

Comentários

  • João Pedro | 23 fev 2018

    Imprestável, comprovado

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