Cícero Cattani
02 fev 2018

Futuro de Beto Richa e a Operação Quadro Negro

A trajetória politica de Beto Richa  desperta debate sobre o  depois da tomada de depoimentos pela Polícia Federal de auxiliares próximos. Mesmo que, lá na frente, não  se apure nada que o incrimine. A marca do Quadro Negro, pelo menos por ora, ficará indelével no currículo do administrador.

À cada convocação, um susto.

À tarde, o depoimento do  ex-secretário da Administração e da Fazenda e ex-diretor da Copel Luiz Eduardo Sebastiani, citado pelo delator Eduardo Lopes de Souza, dono da construtora Valor, como facilitador de pagamentos antecipados do governo para obras apenas recém-iniciadas.

Pela manhã foi ouvido o ex-assessor de Richa e atual diretor da Copel, Fabio Dalazem (foto de Daniel Caron)

Sebastiani e Dalazem fazem parte do grupo de 17 pessoas, entre servidores próximos ao governador do estado e funcionários estaduais e da construtora Valor, mencionados como atuantes do esquema que desviou pelo menos R$ 20 milhões de verbas estaduais e federais que deveriam ser destinadas à construção e reforma de escolas. (Com Gazeta e Contraponto)

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