Cícero Cattani
23 abr 2018

Funcionalismo. Um milhão e meio de vozes insatisfeitas

– UM MILHÃO e MEIO de Servidores do Executivo e familiares formadores de opinião e em contato direto com o povo diuturnamente aguardando a obrigatória reposição Data Base confiscada à três anos inconstitucionalmente. Ainda há tempo !!! Oito anos sem reajuste aumento real acima da inflação nunca concedido pelo Beto sangue suga que também confiscou bilhões da previdência e retornou o desconto previdenciário dos aposentados após 13 anos beneficiados. Ainda há tempo.”

O alerta do leitor do blog leva à reflexão. O quarteto de Ricardo Barros tem motivo para estar atento.

“Há um esforço na equipe de Cida Borghetti para incluir no orçamento do ano que vem o reajuste de salários dos servidores públicos. O trabalho agora é estudar como modificar a LDO que foi preparada no governo de Richa. “Estamos recalculando, fazendo um esforço. A LDO não precisa ser votada já”, disse Pedro Lupin, líder do Governo, que também deixou claro que a Lei de Diretrizes Orçamentárias só será votada em setembro. (Blog Fabio Campana)

O tempo urge, a campanha atropela. De boas intenções, o  cemitério dos derrotados por acenos de difícil execução está pra lá de abarrotado.

E tem ainda em vigor normas que regem as campanhas:

Sob o nome de “condutas vedadas aos agentes públicos em campanhas eleitorais”, a legislação eleitoral criou uma série de proibições que podem entrar em vigor a partir do começo do ano eleitoral até três meses antes do pleito e terminar até a data da posse dos eleitos. Elas são direcionadas aos agentes públicos, buscando impedi-los de utilizarem recursos públicos para promoverem campanhas eleitorais. Entre as proibições, pode-se citar o tema deste artigo, que é a vedação de aumentos remuneratórios a servidores públicos em ano eleitoral.

A vedação dessas condutas foi estabelecida com a intenção de assegurar o princípio da igualdade entre os candidatos que disputam as eleições. A título de exemplo, é proibido a esses agentes utilizar imóveis públicos, materiais ou serviços custeados pelo Estado ou ceder servidores  para qualquer finalidade ligada a eleições. Diante dos exemplos, percebe-se claramente que o uso de qualquer dos recursos citados pode afetar gravemente o resultado das eleições, desnivelando os candidatos. (STJ)

Comentários

  • marco Prof. | 23 abr 2018

    Recentemente em visita ao interior do Estado, o pior Governador do Paraná ( o Dicki das Araucárias ) foi questionado pelas pessoas que o acusaram de ter confiscado a Previdência e o não reajuste, o bonitão respondeu – vão trabalhar.
    A que ponto chegamos, Beto Richa nunca trabalhou na vida, nem carteira assinada tem, vive até hoje parasitando cargos públicos. Esta pessoa não pode ser eleita de forma alguma, sem foro , vai ter que visitar o Ministério Público

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