Cícero Cattani
22 fev 2018

Escândalo abala projetos do clã Richa e equilibra disputa

Ainda não dá para aferir os estragos da Operação Integração no projeto de Beto Richa de chegar ao Senado. O escândalo ganha proporção ainda não vista na  administração estadual, em todos os tempos. Além de Richa,  José Pepe Richa estaria com sua pretensão de se eleger deputado federal indo por água abaixo. O filho Marcello, idem. Os acertos com a Econorte passaram pela aprovação do irmão. O diretor geral do DER é seu subordinado.

A aposta no Centro Cívico é que Richa vai permanecer no governo, o que lhe garantiria foro e teria os meios para se defender. Por exemplo, o que motivou a mandato de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal na Casa Civil, e determinado pelo juiz Sergio Moro. Pouca coisa não deve ser.

Sem poder ocupar o lugar do governador, Cida Borghetti volta a equilibrar a disputa com Ratinho Jr.  Com a mudança do cenário, o grande beneficiário será Osmar Dias.  O desgaste dos antigos secretários de Richa enseja o refrão da música do Chico Buarque: joga bosta na Geni.

Comentários

  • Hélio Azevedo de Castro | 22 fev 2018

    Não seria “o mandado”, a expressão correta, ali no 2º parágrafo?

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