Cícero Cattani
18 set 2017

Com Dodge na PGR, quatro mulheres são guardiãs da lei


 Elas estão na chefia do STF, STJ e na AGU. Em 2018, TSE também será comandado por uma mulher, Rosa Weber Na foto, Carmen Lucia abraça Raquel Dodge, sob aplausos de dois investigados  /


Luiz Orlando Carneiro, Jota

Com a posse de Raquel Dodge como procuradora-geral da República, são agora quatro as mulheres que estão no comando – além do Ministério Público, “órgão “essencial à função jurisdicional do Estado” – dos mais altos tribunais superiores do país (o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça), e também da Advocacia-Geral da União.

Este quarteto feminino é formado pelas presidentes do STF e do STJ, Cármen Lúcia e Laurita Vaz, respectivamente; pela chefe da AGU, ministra Grace Mendonça; e pela chefe do MPF, Raquel Dodge. As duas últimas são as primeiras mulheres a ocupar tais cargos. Em 2018, a ministra Rosa Weber também assumirá a presidência do Tribunal Superior Eleitoral e vai comandar parte das eleições.

Dos cinco tribunais regionais federais do país, apenas o TRF-3 (São Paulo/Mato Grosso do Sul) é presidido por uma mulher, a desembargadora Cecília Marcondes.

Como um todo, a representação feminina continua minoritária  no STF (11 integrantes, duas ministras), no STJ (seis em 33). No Tribunal Superior do Trabalho (seis em 26) e no Tribunal Superior Militar (uma em 17).

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