Cícero Cattani
02 jan 2018

A batalha de Richa para reconquistar Curitiba

De agora até sete de abril, é o tempo que Beto Richa terá para reconquistar o eleitorado curitibano como governador do estado, perdido depois da eleição de 2014. O outrora rei dos votos, agora amarga a reprovação dos mesmos eleitores ou simpatizantes. São votos para garantir a eleição ao Senado. Um derrota pode ser  um adeus à correira política dele.

Para 71,4% dos curitibanos, a palavra que descreve a gestão do governador Beto Richa (PSDB) é desaprovação.

O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra que apenas 25,8% dos entrevistados aprova o governo de Richa e outros 2,8% preferiram não opinar.

No último levantamento, realizado em novembro, Richa tinha a desaprovação de 61% dos entrevistados, o menor índice desde a Batalha do Centro Cívico. Na época, em abril de 2015, a desaprovação do governador chegou a 84%.

Richa já vem despejando dinheiro em obras na capital e conta que Rafael Greca faça bom uso dele e contribua para a recuperação. Na região metropolitana, as duplicações das rodovias Pinhais e Piraquara, da  Uva até Colombo, dos Minérios até Almirante Tamandaré, são a grande aposta de Richa para conquistar parcela significativa de um terço do eleitorado paranaense, incluído Curitiba.

Comentários

  • Daniel Tornesi | 03 jan 2018

    Richa e Greca se igualam em uma única coisa, a péssima gestão que ambos estão fazendo. Coitados dos servidores municipais, dos professores e da população curitibana e paranaense em geral

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