Cícero Cattani
29 jan 2018

Alckmin sem palanque no Paraná. Osmar é a solução

O presidenciável Geraldo Alckmin  necessita de um  palaque forte no Paraná. Convencidos que nem um tucano com densidade eleitoral surgirá nos próximos meses, e, por derradeiro,  os principais nomes do PSDB estão contaminados por denúncias de corrupção e outros desmandos.

O governador Beto Richa passa por um desgaste sem precedentes, a ponto de virar enredo de bloco carnavalesco do professorado pelo Estado todo.

Chega a ser hilário, para não dizer vexaminoso, o bloco na rua e seus estandartes como palavras de ordem contra ele. Como fazer  campanha séria, então.

A solução – não existe outra – é tirar Osmar Dias do PDT e traze-lo para o PSB, e  engaja-lo na campanha de Alckmin. “É natural que o PSDB, sendo o maior partido tenha candidato próprio, mas não dá pra ir para a mesa de negociação com uma pré-condição, porque senão não há diálogo”, defende o presidente nacional do partido.

Em São Paulo, o tucano quer candidatura única vinda da base de apoio. O preferido dele é o vice-governador Márcio França, do PSB, e formar uma grande aliança para disputar a Presidência. “O ideal é ter um candidato só da base. É questão de conversar”, disse o presidente do PSDB.

O encontro de Osmar Dias, nesta segunda, com  o presidente do PSB nacional reforça o movimento coordenado pelo Iguaçu, que não é de hoje, para atrair o ex-senador e um dos favoritos nas pesquisas ao governo do Estado.

O mais importante interlocutor político de Richa é o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, que tem  mantido conversas com Osmar, estimulado pelo governador. (foto)

Só falta um entendimento entre os irmãos. Alvaro é candidato a presidente pelo Podemos.

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