Versão fantasiosa

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“Jamais eu diria que o Paraná adotou qualquer posição precipitada, como alega maldosamente o colunista. A justa reação do Paraná visa unicamente defender os interesses do Estado e foi na exata medida do risco que ainda representa a exclusão de obras vitais para o nosso desenvolvimento”, afirmou José Richa Filho. “A versão é fantasiosa e parece querer reescrever os fatos sob uma ótica mais conveniente aos interesses pessoais – e talvez inconfessáveis” – publicada pela da Gazeta do Povo, desta quinta.

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Projeto de Gleisi não existe

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Por Fabio Campana, blog
A reunião que a ministra Gleisi Hoffmann teve ontem com representantes do Paraná para tentar amenizar as críticas ao ‘PAC das concessões’ (que repercutiu muito mal no Estado por não contemplar demandas paranaenses e promover o desvio de cargas do Porto de Paranaguá), foi marcada pelo improviso.
Supostos projetos do governo federal para construir ligações ferroviárias anunciados pela ministra não existem nem no papel.
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Fruet copia Luciano

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A marketagem de Gustavo Fruet (PDT/PT/PV) não só copiou o programa de 2008 de Gleisi Hoffmann (PT), mas também usou projeto já lançado pelo prefeito Luciano Ducci (PSB). Fruet não se fez de rogado e disse que vai construir um hospital na zona norte de Curitiba. Ducci anunciou a construção do hospital em encontro com líderes comunitários no dia 16 de junho na Fiep e nos próximos dias assina convênio com o governador Beto Richa para viabilizar a obra. O novo hospital terá 250 leitos, um pronto-socorro amplo especializado em atendimento vascular cerebral, enfarte e ortopedia, e vai absorver a demanda do Centro de Urgências Médicas 24 Horas Boa Vista. O hospital será construído nas imediações da Linha Verde Norte.

Ferrovia marítima

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A pressa e a sofreguidão com que a ministra Gleisi Hoffmann, sempre secundada pela Gazeta do Povo, tenta consertar os estragos políticos produzidos pelo tal “PAC das concessões”, desastroso para o Paraná, é tamanha que a coisa começa a produzir eventos cômicos. O infográfico produzido pela Gazeta do Povo em sua edição de hoje, por exemplo. Ele projeta um traçado para uma ligação ferroviária (inexistente no anúncio original do PAC) entre Mafra-São Francisco-Paranaguá. O detalhe curioso é que essa ferrovia, mostrada pelo jornal, aparece ligando São Francisco a Paranaguá por dentro do mar…

“Total balbúrdia”

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Por Eliane Cantanhêde, Folha SP

BRASÍLIA - O relator, Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski, vivem às turras, mas numa coisa concordam: o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato é culpado. E mostram que o BB, instituição tão respeitável, estava a serviço de interesses escusos.

Para Lewandowski, a área de publicidade do banco era uma “total balbúrdia”, serviços eram pagos e não prestados, 80 mil notas frias circulavam, rolava propina. O dinheiro saía para a DNA de Marcos Valério por um lado e voltava em parte para Pizzolato por outro.

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Zorra total no ministério

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Os ministros de Dilma Rousseff não se entendem. Na questão do PAC das concessões, Gleisi Hoffmann não se entendia com o marido, Paulo Bernardo, sobre os efeitos que o pacote traria ao Paraná. Bernardo admitia os prejuízos ao Estado e Gleisi garantia que o PAC traria grandes benefícios. Ontem, na mesma hora em que Gleisi se reunia com lideranças paranaenses no Palácio do Planalto, tentar explicar o PAC, a ministra do Planejamento, muito perto dali, anunciava a retomatada de obras rodoviárias no Paraná, inclusive uma nova Ponte da Amizade. Gleisi aparentemente não sabia dessas obras, ou, pelo menos não as mencionou as lideranças paranaenses.


As promessas do dia

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Ratinho Junior (coligação Curitiba Criativa) esteve reunido com taxistas e enfatizou que somente um sistema multimodal de transporte integrado pode solucionar o problema do trânsito na capital. “Vamos ter que consertar a Linha Verde e fazer algumas transposições no trânsito para reintegrar a cidade que hoje está dividida”, afirmou.

Rafael Greca (PMDB), em entrevista ao Paraná TV 2ª Edição, falou das suas sugestões para melhorar o trânsito. “Temos que fazer engenharia de trânsito, desligar os radares caça-níqueis, estabelecer lombadas eletrônicas, licitar novas trincheiras e não colocar toda a esperança numa única ponte estaiada, em cima da Avenida das Torres”, afirmou.

Gustavo Fruet (coligação Curitiba quer mais) esteve no Pinheirinho e disse que vai adotar três turnos em todas as unidades básicas, construir um centro de especialidades em cada regional e reformar o posto 24 horas do Pinheirinho. “Vamos criar uma rede de proteção preventiva, com investimento nos atendimentos de urgência e emergência”, prometeu.

Luciano Ducci (coligação Curitiba sempre na frente) esteve com contabilistas, líderes comunitários e sindicais na Sociedade Abranches e anunciou que vai criar o Hospital e Pronto-Socorro da Zona Norte e construir mais 10 novas Unidades de Saúde, além de ampliar outras 10 e construir mais 3 Centros Municipais de Urgências Médicas.

Luciano assume Dilma

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O PT foi o grande ausente no primeiro dia do programa eleitoral dos candidatos a prefeito de Curitiba. Gustavo Fruet (PDT), ex-tucano, confirmou a impressão que se sente desconfortável, tem vergonha de seus novos aliados petistas, ainda mais agora, com o julgamento do mensalão. Não mencionou o Partido dos Trabalhadores, de quem é aliado, e que viabilizou sua candidatura a prefeito. Não citou Dilma Rousseff e menos ainda o ex-presidente Lula. Na contramão dessa vergonha toda estava o candidato Luciano Ducci (PSB) que citou o bom relacionamento que tem com a presidente da República, a quem atribuiu a liberação de recursos para algumas obras importantes que está realizando em Curitiba. A vergonha de Fruet e a tranquilidade de Ducci provocaram um efeito estranho. Mais cedo ou mais tarde o ex-tucano vai ter de elaborar melhor essa sua relação com o PT.