Capo vai ao TJ

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Por Angelo Rigon, Maringá

capo Ricardo Barros visitou Curitiba nesta quinta-feira, dia em que normalmente estaria em Maringá, como soi acontecer no resto da semana. No olho do futuro furacão (o vento nem começou a soprar, ainda), ele esteve no Tribunal de Justiça do Paraná, onde na sexta-feira passada deu entrada a um habeas corpus tentando impedir a investigação de uma denúncia crime apresentada no final do ano passado contra ele pelo MPde Maringá. Coordenador da campanha de Carlos Roberto Pupin, ele está determinado a impedir o andamento do processo, que contém, a exemplo do caso Cachoeira, interceptações telefônicas que o flagram em conversas sobre manipulação de licitações na prefeitura comandada pelo seu irmão mais velho. Ele também entrou com pedido de suspeição de dois promotores, e seu desespero é tão grande que incluiu entre eles José Aparecido da Cruz, que absolutamente nada tem a ver com a investigação, que foi feita pelo Gaeco. Há algun anos Cruz declarou-se impedido de atuar em demandas que envolvam o capo, justamente porque o ex-prefeito de Maringá fez reclamações na Corregedoria Geral; nenhuma delas vingou. Barros retorna a Maringá nesta noite.

Paraná seguro

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O governador Beto Richa afirmou nesta quinta-feira que até o final deste ano o governo estadual deverá lançar concurso público para a contratação de 6.000 policiais militares. O anúncio foi feito durante a instalação de mais duas Unidades Paraná Seguro (UPS) na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), no conjunto Caiuá e na Vila Nossa Senhora da Luz. Richa afirmou que o governo está fazendo um grande esforço para recompor os efetivos das forças policiais e modernizar todo o sistema de segurança pública. “Herdamos uma completa situação de desmantelo e com o programa Paraná Seguro colocamos em prática um plano de ações de reestruturação da segurança pública”, disse.

Sinais da doença de Lyme

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Depoimento de Fabio Camargo

Desde que sai do hospital Marcelino Champanhagt de uma consulta com um atencioso e excelente infectologista, aos poucos vou ficando mais a vontade para falar sobre a doença de Lyme, infecção causada pela picada de uma espécie de carrapato.

Lembro que durante a campanha a deputado estadual, em 2010, ia em direção à região de Iraty. Em um dos pedágios eu e minha equipe tivemos que parar. Sentia muitas dores e tinha dificuldades de respirar.

Fomos muito bem atendidos em uma UTI móvel por um médico que também era político em Prudentópolis.

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A força da TV

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Segundo a Folha, o candidato com o mais alto índice de rejeição entre os postulantes à Prefeitura de Curitiba, segundo a última pesquisa Datafolha, o ex-prefeito Rafael Greca (PMDB) tem seu pior desempenho entre os simpatizantes do próprio partido.De acordo com o levantamento, feito na semana passada, 41% dos eleitores que declararam preferência pelo PMDB não votariam de jeito nenhum em Greca. É o maior índice de rejeição do candidato, que, na média final, tem 32% de reprovação. Contudo, Greca acredita que vai reverter essa quadro negativo já na próxima pesquisa. A aposta dele está na força da TV:  “Estava assistindo, até um minuto atrás, a entrevista do candidato a prefeito Rafael Greca . Deu um show de inteligência, conhecimento, currículo e humor. Falou o que quis quando quis; só faltou entrevistar os entrevistadores. Dominou a cena. É um bufão brilhante e engraçado“, posta no FB o jornaista Almir Feijó.

Lula na campanha

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A notícia que Lula não virá a Curitiba para participar da campanha de Gustavo Fruet, divulgada pela Agência Estado, foi discretamente comemorada no comitê do pedetista,  enquanto o grupo petista aposta na vinda. Segundo Enio Verri, presidente estadual do PT, Lula virá, sim. Só não sabe quando. A avaliação dos pedetistas é de que Lula, que vem cometendo trapalhadas políticas em série, só provocaria constrangimentos se subisse em um palanque com Fruet. O eleitorado antipetista, que é forte na capital, poderia abandonar Fruet se o visse confraternizando com Lula em praça pública ou no horário eleitoral. Analistas lembram que Osmar Dias teve menos votos em 2010, quando se aliou ao PT, do que teve em 2006, quando disputou o governo do Estado atacando o PT.Com o julgamento do mensalão esse efeito destrutivo de Lula em Curitiba seria potencializado. Para não irritar ainda mais os petistas, no entanto, Fruet tem engatilhado um discurso em que lamenta a decisão de Lula de não vir a Curitiba.

Nota intrigante

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O colunista Gilberto di Pierro, mais conhecido como Giba Um, posta uma nota que deixou meio mundo  intrigado: A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que ainda não se recuperou de seus problemas domésticos e prefere não se expor na mídia, temendo perguntas pertinentes à sua situação conjugal, resolveu tirar dois dias de férias. Foi tomar providências especiais – e particulares – em Curitiba. Mesmo assim, gravou um depoimento apoiando a candidatura de Gustavo Fruet (PDT) à prefeitura da cidade.

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Fruet é PT

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Por Fabio Campana, blog

Mais uma decisão judicial manda o candidato Gustavo Fruet colocar no material de divulgação a coligação de partidos que apóiam sua candidatura, PT, PDT E PV. Desta vez, a juíza Renata Estorilho Baganha determinou a imediata adequação, no site do candidato, do link do site Participe – Saiba como ajudar na campanha, onde não aparecem os partidos e, alguns casos, até o nome da candidata a vice, a petista Mirian Gonçalves, é omitido.

Richa otimista

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Por Roseli Abrão, blog

O governador Beto Richa, do PSDB, vai avaliar “mais lá na frente” se se licencia para se dedicar à campanha de reeleição do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, do PSB. Antes do inicio da campanha Beto havia admitido ao blog que, se fosse necessário, se licenciaria, mas agora prefere esperar até o inicio do horário eleitoral, no dia 21 de agosto.– Talvez não seja preciso, disse Beto. A pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, que mostra Ducci no mesmo patamar do pedetista Gustavo Fruet (23% das intenções de voto), animou o governador que, no entanto, sugere cautela, já que pesquisa nada mais é do que um “retrato do momento”.

Siga o Haddad

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“Acompanhe os passos do  Fernando Haddad“, aconselhou o cientista político Praxedes Jr., de Brasília, a um político preocupado com os reflexos do mensalão na sucessão curitibana. “Curitiba tem uma espécie de  simbiose com São Paulo: quando o PT vai bem na capital paulista, seu  candidato, ou quem ele apoiar, igualmente estará bem em Curitiba”, exemplificando as campanha de Angelo Vanhoni e Gleisi Hoffmann contra Cassio Taniguchi e Beto Richa.