Aliança na esquerda

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Ao receber o ministro Brizola Neto (PDT), o prefeiturável Gustavo Fruet chamou a atenção pela aliança na mão esquerda. Foi a o primeiro flagra depois do casamento, em cartório, com um casal de amigos como testemunha. Mas não foi casamento com a jornalista Marcia Oleskovicz o assunto principal. O ministro do Trabalho prometeu estar presente na campanha quando Fruet achar conveniente e trocaram idéias para o programa de governo. Neste domingo, haverá a bênção das alianças na igreja de Nossa Senhora do Rocio, na Chile.

Agora é guerra

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Por Fabio Campana, blog

Pois, pois, a campanha começa a pegar fogo. Há pouco, no Pinheirinho, o governador Beto Richa apareceu de surpresa, subiu ao palanque e soltou o verbo nos adversários principais da reeleição do prefeito Luciano Ducci. Segundo a assessoria de Duci, Beto Richa deu o tom inicial da campanha ao afirmar: “Aqui ninguém teve que tomar engov para aceitar o outro. Nossa caminhada está começando hoje e vai ser vitoriosa de novo”, disse Richa. Ladeado por Ducci e Rubens Bueno, Beto Richa saiu carregado. A partir de agora, é guerra, diz a assessoria.

Isso sim é contradição

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A relação “de pele” entre Gustavo Fruet e o casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann é coisa recentíssima. Em 2010, Fruet fez graves reparos éticos ao comportamento do Casal 20. Estranhou que Roberto Requião havia acusado Paulo Bernardo, então ministro do Planejamento, de propor um trambique milionário na construção de um trecho ferroviário no Paraná, entre Guarapuava e Ipiranga. O ministro, segundo Fruet, esperou que Requião deixasse de ser governador para processá-lo. Enquanto PB processava por calúnia, injúria e difamação, Gleisi, candidata ao Senado compartilhava alegremente o palanque e as carreatas com Requião, que também disputava uma vaga no Senado. Em 2010, Fruet se escandalizava com essa duplicidade de comportamento, que considerava ser algo que precisava sempre ser lembrado. “Isso sim é contradição”, dizia Fruet. “Isso é coisa que eu não faço. Eu não faço política abrindo mão de princípios”. Como diria o Toninho da Renovar: isso sim é contradição

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Tempo de cada um

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O UOL Eleições fez os cálculos de quantos minutos cada candidato a prefeito nas Capitais brasileiras terão nos programas eleitorais que terão início no dia 21 de agosto. Em Curitiba, o prefeito Luciano Ducci, do PSB, que tem o apoio de 14 partidos, terá um tempo (estimado) de 11min46s. Gustavo Fruet, do PDT, que tem o apoio do PT e do PV, terá 5min59s; Rafael Greca, do PMDB, 4min22. Ratinho Júnior, do PSC, que concorre numa aliança que conta do PR, PCdoB e PTdoB, terá 3min51s. Bruno Meirinho do Psol, terá 1min22s; Carlos Moraes, do PRTB, 1min17s; e Alzimara Bacellar, do PPL, e Avanilson Araújo, do PSTU, 1min15s, cada. (Roseli Abrão)

Importante ser nanico

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Por Ilimar Franco, O Globo

Ser dono de um partido  nanico é um grande negócio. Pode-se viver dele graças ao dinheiro do fundo partidário. Um partido como o PHS, com um deputado federal, vai receber durante este ano cerca de R$ 1,6 milhão. O PTdoB, que disputa a prefeitura de São Paulo, com a candidatura de seu presidente, Levy Fidelix, receberá R$ 1,1 milhão. O PRB, do ministro Marcelo Crivella (Pesca), com nove deputados, terá verba de R$ 3,3 milhões. Essa generosidade legal explica por que há cerca de 30 partidos no país.

Desapropriado

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A demissão do paranaense Celso Lacerda da presidência do Incra é uma baixa para o grupo político de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo. Ligado ao chamado Campo Majoritário, tendência petista, Lacerda teria sido desapropriado de seu cargo por ser marcha lenta (versão oficial), ou por razões mais complexas. As queixas contra ele chegaram até Dilma, que não gostou nenhum pouco com a andança da reforma agrária em sua gestão. Celso, que chefiava o Incra em Ponta Grossa, assumiu  prometendo implantar “uma gestão nos padrões da iniciativa privada, gastando menos e produzindo mais”.

Fênix de Brasília

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 Por Giba Um, blog

A assessora jurídica do senador Ciro Nogueira (PP-PI), Denise Rocha, é identificada facilmente no vídeo sexual que circula na internet, devido à sua grande tatuagem de uma fênix (ave mitológica que renascia das cinzas) e dos 350 ml de silicone de cada lado. Playboy gostaria de ter a advogada em suas páginas, como fez em 1988, com Mylene Macedo, então secretária do deputado Samir Achoa na Câmara Federal, pioneira do gênero de ensaio de nudez à brasiliense. Outras que também não resistiram ao convite da revista: a assessora de Ideli Salvatti, Camila Amaral, em 2005 e Monica Veloso, ex-affair de Renan Calheiros, em 2007. E tem também as que foram convidadas e não toparam: além de Andressa Mendonça, mulher de Cachoeira, Diana Burani, a musa do mensalinho (2005) e Fernanda Karina Somaggio, ex-secretária de Marcos Valério.

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Se [Roberto] Jefferson falou a verdade — as denúncias do mensalão se comprovaram —, o governo Lula lhe ofereceu o uso de uma instituição do estado — a Polícia Federal — para beneficiar o governo e um partido. Notem que ele não fala de modo genérico e vago: dá nome! Diz que a proposta lhe foi feita por Chinaglia, que não é um qualquer: exerce também hoje o cargo de líder do governo na Câmara. Vai ficar calado? Vai fazer de conta que nada aconteceu? O caso caracteriza Crime de Responsabilidade“. - Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo

Notas sociais

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A bênção das alianças dos recém casados Gustavo e Marcia Fruet será neste domingo, na paróquia de Nossa Senhora do Rocio, na Chile. A festa ficou para depois das eleições. Luda mel, idem, Nesta sexta tem jantar, por adesão (R$ 50), pelo aniversário de Miriam Gonçalves, a vice de Fruet. Será no restaurante Dom Antonio, em Santa Felicidade.