Imprensa modelo Requião

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Por Roseli Abrão

O senador Roberto Requião quer tornar lei nacional o que prevaleceu em seu governo: a formação de consórcios de veículos de comunicação para a divulgação das ações do poder público. Em seu pronunciamento de rádio nesta quinta-feira, Requião anunciou que o projeto que irá apresentar prevê a formação de consórcios que permite que pequenas emissoras de rádio e TV, além de grupo de jornais, formem consórcios para participar das licitações.

– A democracia da comunicação é possível graças ao grande número de emissoras de rádio, televisão e dos pequenos e médios jornais. No entanto, são os grandes monopólios da comunicação que acabam vencendo as licitações para divulgação do poder público, disse o senador. Leia mais

De rei a cão sarnento

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Por Eliane Cantanhêde (*)

BRASÍLIA - “Cai o rei de espadas, cai o rei de ouros, cai o rei de paus, não fica nada”, dizia Ivan Lins nos anos 1970, repetiu ontem Demóstenes Torres, o segundo senador cassado pelos seus pares em 188 anos.

Estava sendo contraditório. Se ele se é “bode expiatório”, como diz, não vai cair mais nenhum rei, nem de ouros nem de paus. Tudo como dantes.

Ontem mesmo, a Câmara começou a inocentar os deputados envolvidos de alguma forma nesse esquemão do Cachoeira que inundava o Centro-Oeste e respingava em toda parte. Só sobrou o tucano Carlos Alberto Lereia para contar a história –e ser julgado pelo Conselho de Ética.

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“Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz para as suas crianças e para seus adolescentes, não é o Produto Interno Bruto, é a capacidade do país, do governo e da sociedade de proteger o que é o seu presente e o seu futuro, que são as suas crianças e os seus adolescentes“. - Dilma

Guerra de guerrilha

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Que delícia de guerrilha na web: Gerson Guelmann, coordenador-geral da campanha de Gustavo Fruet, ocupou o Twitter para criar suspense, na noite de ontem: “O que teria acontecido hoje no Iguaçu, que teria trazido tanta preocupação ao povo de lá?”. Seria uma pesquisa que mostraria Luciano Ducci estacionado. O lado de lá não se fez esperar: Uma nota  do Jornal do Brasil sobre a evolução patrimonial das candidatos: “Fruet é outro dos milionários da campanha. O ex-deputado declarou um patrimônio de R$ 2,26 milhões, concentrados em imóveis e fundos se ações. Seu bem mais valioso é um apartamento avaliado em R$ 745 mil. Os dois anos sem cargo público foram proveitosos economicamente para o deputado, que elevou seu patrimônio em R$ 400 mil em relação aos R$ 1,8 milhão declarados na campanha de 2010, quando tentou se eleger senador”.