E para a Arena da Baixada, nada: O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou financiamento de R$ 400 milhões para a construção da Arena de São Paulo, em Itaquera, o novo estádio do Corinthians. Também receberam financiamento de R$ 400 milhões os estádios de Belo Horizonte, Manaus, Recife e Rio de Janeiro. Para o estádio em Cuiabá o empréstimo foi de R$ 393 milhões; Fortaleza, R$ 351,5 milhões; e Salvador, R$ 323,7 milhões. Mario Celso Patraglia, presidente do CAP, deve estar com uma pulga atrás da orelha. O governo do Estado pediu muito menos e continua sem resposta.
Feliz da vida, Fernando Ghignone recebe a notícia que a empresa que preside, Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é a melhor do setor na avaliação do jornal Brasil Econômico. No ranking, que leva em consideração indicadores como receita líquida, lucro e endividamento, a Sanepar ficou à frente de grandes empresas de saneamento, como Sabesp (SP), Corsan (RS), Copasa (MG), Sanasa (SP), Cesan (ES), Embasa (BA) e Cagece (CE). A publicação Melhores do Brasil, do jornal Brasil Econômico, apresenta as 500 maiores empresas brasileiras e as campeãs de desempenho em 21 setores da economia. No ranking das melhores empresas públicas, a Sanepar ocupa o segundo lugar, atrás apenas da ECT (Correios).
Blog Roseli Abrão/ Beto não entra em bola dividida
O governador Beto Richa, do PSDB, garantiu aos deputados do PMDB que vai ficar de fora da campanha nos municípios onde houver mais de um candidato de sua base de apoio. Foi durante uma audiência concedida à bancada, no Palácio Iguaçu, na manhã desta quarta-feira. Segundo o líder da bancada do PMDB, deputado Caito Quintana, Beto revelou que sua participação na campanha será apenas nas grandes cidades. Não irá aos municípios com menos de 50 mil habitantes.
– Ele não vai entrar em bola dividida, disse o deputado Nereu Moura, que justificou que a preocupação do PMDB é justificada porque o partido “não pode ser considerado um aliado na Assembleia Legislativa e oposição no interior do Estado”.
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“O encanto acabou”, “a legião de votos de 2010 começa migrar”. Debruçados sobre pesquisas de diferentes institutos e metodologias, analistas atentos às eleições curitibanas acedem sinal amarelo para Gustavo Fruet. O declínio de Fruet, lento e constante, seria indicativo seguro de que o então líder das pesquisas vem perdendo terreno. Já foi, nessas consultas, passado para trás por Ratinho Júnior, que amplia espaço – só para exemplificar – onde Fruet era o genro que toda mãe da classe média/alta queria, e se consolida na periferia. Gustavo e o Júnior vão travar a dura disputa pelo a segunda vaga ao segundo turno. Ninguém acredita que Luciano Ducci possa estar fora do embate final: nenhum outro concorrente, segundo esses analistas, tem a formidável força de quase 500 candidatos a vereador, a máquina estadual e municipal, cerca de cinco mil funcionários fazendo coro e agitando bandeiras sem custos, um arco de 15 partidos garantindo 13 minutos no horário eleitoral. Enquanto os outros fazem promessas, Ducci tem um exitoso rol de obras e projetos para mostrar, avaliam. A conferir.