O Brasil tinha e tem consumo reprimido. Me espanta a mim aqueles que dizem que o momento do consumo no Brasil passou. Ora, como pode ter passado se esse país tem uma demanda reprimida, tem milhões e milhões de brasileiros que não têm acesso não só a moradia, que nós providenciamos com o Minha Casa, Minha Vida, mas não têm acesso a vários bens de consumo e que vão ter acesso”. Dilma
Miriam Gonçalves, que já foi vice presidente do PT, entrou no páreo para ser vice de Gustavo Fruet. Na época da decisão pela aliança, Miriam, que é advogada trabalhista, se posicionou contra. Contrariada, deixou o diretório. Agora, entra na disputa pela vice, concorrendo com o vereador Pedro Paulo e Roseli Isidoro. A escolha se dará no sábado, quando 300 delegados vão definir o companheiro de chapa de Fruet na aliança PDT/PT/PV. “Como é tradição na história do nosso partido, o PT fez um belo debate em torno dos temas propostos”, disse Roseli Isidoro, que é presidente do PT local: “a aliança com o PDT já no primeiro turno foi o ponto principal dos debates que aconteceram até aqui e que ocorreram em ambiente democrático de participação e de tomada de decisões”.
A oposição protesta, mas a cidade ganha mais asfalto.O prefeito Luciano Ducci e o governador Beto Richa assinaram ontem à noite, ordem de serviço para pavimentação de 230 ruas no Tatuquara e na CIC. Serão asfaltados 55 quilômetros de ruas nos conjuntos Rio Bonito, Habitalar, Monteiro Lobato e Vitória Régia. O investimento de R$ 36 milhões, parceria da Prefeitura de Curitiba e Governo do Estado. E mais asfalto: “Não vai haver mais nenhuma rua de saibro no Rio Bonito e no Vitória Régia. No mês que vem também vamos começar as obras de asfalto no Monteiro Lobato. Estamos fazendo uma grande transformação nesta região”, garantiu Ducci.
A atenta oposição vasculha as aplicações do IPMC no Banco Cruzeiro do Sul. Pelo menos R$ 40 milhões teriam sido aplicados num fundo adminstrado pelo banco agora sob intervenção do BC. O IPMC teria feito, em 2009, outra aplicação temerária no Fundo de Renda Fixa do BNY Mellon, de Nova York. Aquela mesma instituição financeira investigada pela Suprema Corte dos EUA por suposta participação no esquema da bilionária pirâmide, inventada pelo investidor Bernard Madoff, que cumpre pena de 150 anos de prisão por calote de US$ 65 bilhões. A atual administração do IPMC tentou resgatar a aplicação, temendo o calote. Segundo carta à Comissão de Valores Mobiliários, o IPMC aplicou em 2009 mais de R$ 21 milhões, mas só poderia fazer resgate integral se concordasse em esperar 1.080 dias, conforme reza o contrato. Para resgate antecipado, o IPMC teria de pagar um “penalty” de 20% sobre o valor aplicado. As aplicações teriam sido na gestão de Walmor Trentini, que assumiu o IPMC depois de administrar o Serviço Funerário municipal.