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Esta história de não querer PM de nível universitário é caso agudo de anencefalia. O STF já tratou disto. (Que vergonha!)”.- Roberto Requião

O que é isso, governador?

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“Outra questão é de insubordinação também, uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”.

Não quero, não devo, acreditar que tamanha estultice tenha partido do nosso governador Beto Richa ao justificar a não necessidade de curso superior para os nossos PMs: –  O governador Beto Richa (PSDB) disse em entrevista à rádio CBN, nesta quinta-feira, que acha positivo que os policiais militares do estado não tenham diploma de curso superior.A polêmica entre o governo e as associações que representam os policiais militares, que queriam que o governo passasse a exigir diploma dos que entram na corporação.Segundo Richa, é bom que os policiais não tenham diploma, porque gente formada normalmente é muito insubordinada. Outra questão é de insubordinação também, uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior“. Está no Caixa Zero, do Rogério Galindo/Gazeta do Povo

Procura-se Otto

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Quem seria o nosso Otto Werneck, o empreiteiro  candidato a deputado estadual desmascarado por desviar doações a entidades sociais justamente no dia do lançamento. O cenário, com belas locações, é  Curitiba e a grande obra que ele constrói,  a Usina de Mauá. Exemplo de retidão, lembra Demóstenes Torres sempre de dedo em riste apontado para os inimigos do dinheiro público. Mas pode ser qualquer outro. Temos muitos Demóstenes  nas câmaras, assembleias e no Congresso. Como Otto é só candidato, a pesquisa ficaria na iniciativa privada. São raros os que pretendem fazer carreira pública. Dos grandes construtores de usinas, um já morreu e o outro é sempre lembrado pelos partidos, mas se contenta em presidir seu clube de futebol. Portanto, Otto é ficção e qualquer semelhança com algum dos nossos seria mera coincidência, pelo menos até os próximos capítulos da novela das sete, “Cheias de Charme”. Ufa!

O franco-atirador

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O senador Roberto Requião recusou por três vezes o convite do líder do PMDB para integrar a CPMI do Cachoeira e a vaga acabou ficando com o suplente de Gleisi, advogado Sergio de Souza. Requião alegou ficar tolhido por ser cota  da base aliada. Prefere atuar como franco-atirador e ter a liberdade de divergir da orientação oficial. Assegura que não perderá qualquer oportunidade que surja para intervir, mesmo sujeito à boa vontade do presidente da comissão, tendo que se inscrever como avulso antecipadamente. E que dedicará uma atenção especial. ao Paraná. Requião ficou nacionalmente famoso com o temido relator da CPI dos Precatórios. Alerta que não fará o jogo da oposição à Dilma.

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Maldição Derosso

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Derosso continua fazendo “vitimas”: O vereador e comunicador Roberto Hinça foi afastado da liderança pelo próprio prefeito Luciano Ducci. Hinça está envolvido no caso das notas fiscais. Não se sabe que destino o governador dará ao secretário da Copa, Mario Celso Cunha, outro radialista beneficiado.   Escaldado, Luciano Ducci ganha tempo para escolher seu líder. Talvez fosse o caso de consultar o Ministério Público antes de fazer qualquer anúncio. Se cumprir a ameça feita a Rossoni – ex-presidente da Câmara prometeu levar junto a Câmara e a metade da prefeitura –  as revelações comprometedoras não param por aí.

Derosso não blefa

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Quando disse a Valdir Rossoni que levaria junto a Câmara e a metade da prefeitura, João Claudio Derosso – ao que parece – não estava blefando. O que tem de vereador se explicando não está no gibi. E vem muito mais. Rossoni e Fernando Francischini, aquele que sonha com a vice que seria de Derosso. querem já a expulsão do ex-presidente da Câmara, antes de que contamine mais o PSDB, argumentam, no período eleitoral. Mais cauteloso, Beto Richa não foi afoito e pediu moderação na condução do processo interno do partido. Duas vezes vice e duas vezes prefeito, o governador conviveu de perto com as práticas de Derosso. Seu mais fiel escudeiro, Ezequias Oliveira, ocupava, até 1º de dezembro de 2010, o mais alto cargo comissionado do gabinete da Câmara.

Conexão Maringá/Foz

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Conexão Maringá/Foz do Iguaçu ainda na pauta: Descobriu-se que o deputado Reni Pereira (PSB), foi visto se costeando no alambrado do ex-prefeito Dobrandino da Silva (PMDB). Através de peemedebistas amigos comuns, Pereira ofereceu renunciar a candidatura a prefeito  em favor de Dobrandino, afastado da disputa. Ao mesmo tempo, Reni Pereira,  Enio Verri e Andre Vargas (PT) barganhavam  troca de apoio partidário. É vale tudo na montagem de alianças, agora em ritmo acelerado, já que junho está chegando. Montagem política não é como construção civil, em que você assenta tijolo sobre tijolo e, no dia seguinte, esta como foi deixado -ensinava Parigot de Souza.

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Cuidando do partido

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A partir de agora, João Arruda se dividirá entre Brasília e o interior. Na condição de secretário geral do PMDB, entende que deve ajudar os candidatos do partido e aliados. Arruda se revela preocupado com os rumos que o PMDB possa tomar e os riscos de ver seu tamanho reduzido no Paraná. Esgotada a pauta que ainda o prende em Brasília, acredita que estará mais livre para atender os candidatos que pedem sua presença no interior, além dos de  suas bases. “Se eu não cuidar dos meus aliados agora, quem vai cuidar de mim em 2014″,  referindo-se à campanha de  reeleição.

Vendendo o que não tem

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Parece – em política, tudo parece – que o deputado Reni Pereira (PSB) andou vendendo mercadoria que não tinha para entregar: o apoio do PSB de Maringá a Enio Verri. A moeda seria o apoio do PT à candidatura dele a prefeito de Foz. Parece – outra vez – que tudo deu errado. Wilson Quinteiro não abre mão de concorrer pelo PSB em Maringá e o PT de Foz defende candidatura própria. Com a lambança que a dupla Enio Verri e André Vargas vem fazendo pelo Paraná à fora, aparecem os resultados: Roberto Requião já autorizou  ao PMDB que lhe é fiel a conversar com Wilson Quinteiro. João Arruda, que é secretário estadual, tem estimulado Gilmar Piolla (PT) a se entender o PMDB de Foz.

Greca confia

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Mesmo desfalcado de João Arruda, que abandou o time, Rafael Greca mostra-se confiante que tem tudo para sair vitorioso. A seu favor, o que conta é o crescimento do nome. Apoiado em pesquisa, ele vê espaço: “A pesquisa do Ibope não me impressiona, considerando os números do ano passado, o Ducci caiu e eu me mantive entre 7 e 11 pontos”. Greca foi à reunião do PMDB ontem à noite e assegurou que não vai abrir mão de concorrer. No Twitter, insiste dizer não acreditar que tenha perdido o apoio de João Arruda, como anunciado neste blog.  O secretario geral do PMDB, que é sobrinho de Requião, era um entusiasta da candidatura de Greca.

Preparando os fogos

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Ricardo Macdonald, ligado aos Fruet há mais de 30 anos, e fiel escudeiro de Gustavo, como foi do Maurício, espera comemorar por volta das 16 horas de sábado, a confirmação do apoio do PT. O encontro decisivo começa nesta sexta, com o secretário nacional Eloi Pietá, Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo presentes, quando os 300 delegados iniciam debate sobre se  PT vai com Gustavo Fruet ou com candidatura próprio. A expectativa de Macdonald é que a Chapa 1, que apoia a aliança, seja a vencedora. O vice talvez seja conhecido no sábado. Cauteloso,  Ricardo Macdonald ainda não comprou os fogos. Só reservou.