Qual é a do Joel Malucelli?

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Nem mesmo o deputado federal João Arruda parece acreditar que o sogro, Joel Malucelli, será candidato ao governo pelo PSD. Sobrinho de Roberto Requião, Arruda é um dos mais ativos propagandistas da candidatura do tio pelo PMDB. Se o próprio genro não leva a sério a pretensão de Malucelli, quem há de apostar suas fichas nele, pelo menos neste momento de indefinições partidárias. Requião ainda precisa passar pela aprovação da convenção do PMDB em junho e derrotar os que preferem aliança com Beto Richa. Requião dá como favas contadas que seu nome terá a aprovação de pelo menos 90% dos convencionais. A conferir. Poderoso empresário, dono de um conglomerado bem diversificado de mais de 60 empresas, inclusive um time de futebol, Joel Malucelli não é de hoje que sonha com um cargo eletivo. Pensou ser senador, mas prefere o executivo, dado seu perfil de administrador. Na segunda,o  PSD reuniu os pretendentes a pré-candidatos a deputado estadual e federal,para reafirmar a disposição do partido de lançar chapa própria para as eleições deste ano. “Minha pré-candidatura está de pé e dependerá da decisão do partido até a convenção”, afirmou o empresário Joel Malucelli. “Somente não teremos candidatura própria se houver prejuízo ao nosso projeto de eleger o maior número de deputados estaduais e federais”, completou, cauteloso,  o presidente do PSD no Paraná, deputado federal Eduardo Sciarra, pré-candidato ao Senado. Conhecido como um mão de vaca, Joel sabe que sonhar não  lhe custa um tostão. Quem não sonhem, porém, os postulantes a deputado em se abastecer no caixa do empresário. Sonhar é privilégio dos bilionários, principalmente  quando envolve votos.

Insepulto, Vargas atormenta aliados

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noticia_233085_img1_3-f1Não será desta feita que Marcelo Almeida voltará à Câmara nem o PT se livrará do encosto chamado André Vargas.. Uma emenda à Constituição de 1994 determina que os efeitos da renúncia ficam suspensos caso um processo disciplinar contra o parlamentar já tenha sido instaurado. Para a Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara, um deputado não é obrigado a permanecer no mandato e, dessa forma, o suplente poderia ser convocado. Neste caso, seria chamado  Marcelo Almeida (PMDB-PR). Mesmo sangrando, o deputado federal André Vargas atormenta os companheiros de partido que imaginavam tê-lo longe – o mais distante possível – dos seus candidatos à presidência e ao governo, temendo que Vargas ativo será munição farta para a oposição.  O deputado fez mais de mil quilômetros de Maringá a Brasília, com a carta de renúncia pronta. Preferiu fazer a viagem por terra para evitar constrangimentos que poderia enfrentar em voo comercial. André Vargas vai aguardar o desfecho na volta do presidente da Câmara, que se encontra na China, Até lá vai continuar alimentando a mídia e atormentando aliados, como um cadaver insepulto

Tudo em nome dos 12% para a Saúde

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Muito dinheiro para pouca justificativa. Foi assim que entendeu o deputado Tadeu Veneri ao pedir vistas ao projeto de lei nº 175/2014, de autoria do Poder Executivo, que visa aprovar crédito adicional no valor de até R$ 900 milhões ao orçamento do Fundo Estadual de Saúde  Numa sessão extraordinária que durou cerca de vinte minutos no início da tarde desta terça, apesar de apelos do líder do Governo, deputado Ademar Traiano (PSDB), e do próprio presidente da comissão, deputado Nelson Justus (DEM), o deputado Tadeu Veneri (PT) insistiu no pedido de vistas da matéria sob a alegação de que ela não indicaria as fontes de onde virão os recursos, nem em que setores da saúde eles serão aplicados. Tudo bem explicado, sem  apelar para desculpa de atender à exigência constitucional até agora escamoteada pelo governo. O projeto não tramita em regime de urgência, informa o serviço de imprensa da Assembleia –  mas ainda assim, “e por considerar que se trata de uma questão de grande relevância para o Estado” – que vinha tendo empréstimos retidos pela Secretaria do Tesouro Nacional justamente porque teria deixado de aplicar os 12% de seu orçamento do ano passado em Saúde, conforme exige a lei – o deputado Nelson Justus convocou nova reunião extraordinária da CCJ para esta quarta.

Beijinhos de Graça Foster. Aí já é demais.

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Seria o PT um balaio de gatos? Apesar de todos os escândalos registrados e reprisados pela mídia, com os quais somos bombardeados dia sim, dia também, ainda tenho cá minhas dúvidas. E os tucanos seriam igualmente vorazes predadores com aqueles enormes bicos? Também duvido que assim seja. Mas é o que parecem ser. Todos. À cada denúncia de um lado, vem do outro  o troco, sem ficarmos sabendo se a moeda devolvida está contada certa. Se se levar em conta o noticiário econômico, a hecatombe chegou aqui. No político, cenas bíblicas de Sodoma e Gamorra.  Não dá pra escapar. Quem vê o Jornal da Dez, além da insônia, os pesadelo de acordar sem um vintém no bolso. O país quebrou. Pela manhã, mesmo que com ressaca e confiante de um dia melhor, o vivente se depara com o retrato no jornal da Graça Foster mandando beijinhos, e que está tudo bem com a Petrobrás. Certo é que não dá mais para ir ao bar do Vitor sem ser abordado por alguém segredando as últimas negociatas do “brimo” Abbi. Tem alguém ainda que manda seguir os passos de Alberto Youssef e suas ligações com o “dono daquele loja de luxo do Paraguai, você sabe qual”. Sutilmente, aludindo à SAX, do Armandinho, o falso cônsul amigo do governador. “O irmão do dono da loja é um banqueiro louco por bons negócios”- qual não é? Na saída, é inevitável a pergunta se existe algo mais grave envolvendo André Vargas e Paulo Bernardo que prejudique a Gleisi. E o Requião é pra valer? O Beto leva mais essa eleição? Tem pesquisa? Na Assembleia, o embate entre o bem e o mal, dependendo de que lado você esteja do octógono. Tadeu Veneri (PT) denuncia operação duvidosa da Sanepar, Ademar Traino (PSDB) devolve acusando Gleisi de trabalhar contra o Paraná. Fica tudo elas por elas. O Armagedom também é aqui, Graça Foster.

Gesto desafiador foi tudo que restou a Vargas

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De chamariz de calçada para atrair clientes da loja à qual prestava serviço no centro de Londrina, o propagandista André Vargas nem de longe imaginava que um dia seria manchete de jornais e capa de revistas de circulação nacional. O passo foi maior que as próprias pernas, viria constatar tarde demais. Sua desenvoltura nas calçadas logo chamou a atenção de um político local que se consolidaria como expressão nacional, fazendo dupla com uma bela mulher. E lá se foi o jovem André  militar no PT e se transformar em cabo eleitoral do hoje ministro Paulo Bernardo. Homem a quem se podia confiar, dada à fé espírita que professava, virou tesoureiro das campanhas do descobridor de talentos e do próprio partido. Estimulado por PB e corriola, elegeu-se, sucessivamente, vereador, deputados estadual e federal. Foi presidente do PT regional e chegou a secretário nacional de Comunicação do PT. Posto que lhe abriu as contas de propagandas milionárias da poderosa Caixa Econômica, administradas por um aliado indicado por ele,  e poder ainda dar pitacos também às vultuosas verbas das estatais, em nome do partido. Cuidou de alimentar com dinheiro pública agências de propaganda,  jornais, rádios e blogs. Glória maior foi ser primeiro vice-presidente da Câmara, chegando a presidir sessões históricas como a que criou o Tribunal Federal do Paraná e a que fez dele símbolo da resistência petista ao saudar a militância com o braço esquerdo erguido e punho cerrado  - o mesmo gesto de mensaleiros famosos ao serem presos – tendo ao lado na mais nada menos que Joaquim Barbosa, o algoz de todos. Glória efêmera, contudo. Emoções, viveu, todavia. E se amealhou alguma fortuna, muito melhor para o garoto pobre de Assaí. O sonho do Senado fica para outra encarnação.

Vargas foi justiçado pelos companheiros

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A mídia tem sido voraz e impiedosa – o que é bom – com os dirigentes, políticos ou não. “”Tenho medo do que acontece hoje em dia. O caso do deputado André Vargas mostra, primeiro somos condenados e depois julgados. Isto é democracia?” Quem pergunta é Ênio Verri, presidente do PT paranaense. Não que Vargas seja  inocente – raros os políticos o são – no caso do tráfico de influência e de manter ligações mais que perigosas com o amigo de anos Alberto Youssef, com quem – de início – negou quaisquer afinidades, as quais posteriormente se comprovaram mentirosas. Não se haver como um autêntico homem público, na Câmara, ao fazer sua própria defesa, cometeu um erro primário. No plenário, todos – ou quase todos, sempre há exceções – esperavam mais esperteza de parte do veterano Vargas, afinal, todos sabiam que o “crime” – entre aspas, mesmo – é prática corriqueira à qual nenhum parlamentar está fora: o toma lá, dá cá é inerente à atividade. E pagou com a execração pública pelo postura politicamente incorreta. O parlamentar é um prestador de serviços, também no bom sentido. Vargas foi punido pela incompetência em não defender seus pares como seria esperado de um velho mandraqueiro. Sucumbiu à pressão dos próprios companheiros temerosos da contaminação: o parlamento brasileiro não é lugar para santos, muito menos para quem queira se passar por um deles. Como é verdade a intocada clausula pétrea: ninguém pode posar de freira em puteiro. Ao contrário do que diz Verri, o deputado paranaense foi sangrado até a morte pelos próprios companheiros. A mídia só antecipou a missa de sétimo dia.

Substituto de Vargas também visa o Senado

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 Segundo o blog da  Joice Hasselmann, André Vargas já entrou em contato com o seu substituto na Cãmara. Marcelo Almeida declarou  ao blogdajoice.com que vai esperar o final do prazo legal para assumir a vaga, ou seja, oito dias a partir da formalização da renúncia. “A situação é constrangedora, não vou correr para a Câmara. Vou esperar o último dia do prazo legal”. Marcelo Almeida  suplente de deputado pela coligação PMDB/PT, em 2010, assumiu a vaga de Reinhold Stephanes, enquanto este integrava o governo de Beto Richa. e  volta agora como titular. A exemplo de Vargas, Marcelo também disputava a indicação ao Senado. O terceiro imposto de rendas de pessoa física do Congresso, herdou do pai Cecílio Rego Almeida, junto com os irmãos, algumas das mais rendosas concessões de pedágio de São Paulo e Paraná, parte de um império econômico bem diversificado, fato que não esconde em seus discursos de campanha de candidato a candidato ao Senado pelo PMDB. Aliás, Marcelo defende que as tarifas do pedágio são caras demais. Marcelo Almeida foi um dos coordenadores da campanha de Ratinho Jr. à prefeitura e hoje está empenhado em chegar ao Senado, com Roberto Requião ao governo.

Marina Silva não deixou dúvidas ao anunciar a candidatura de Eduardo Campos à presidência e da sua à vice. Durante a cerimônia em Brasília, Marina se virou para Eduardo Campos e disse que fazia parte da aliança para unir. “Estou aqui para me colocar lado a lado, vamos andar pelo Brasil inteiro, afirmar o Brasil que queremos… Não é para dividir, é para unir. Não é para separar, é para encontrar. Não é para embate, mas para o debate”, assegurou. Segundo ela, o quinto partido da aliança será o “povo”. “Se ganharmos, a vitória será do quinto partido”, garantiu. Tudo bem. E como fica o Paraná onde o PSB já apoia um tucano? Na verdade, o PSB paranaense sempre foi governo e esteve com candidatos apoiados pelo governador de plantão, principalmente quando passou para o controle de Jaime Lerner. Hoje, ao que tudo indica, o mando está com o ex-prefeito Luciano Ducci, que é Beto Richa, mas  tem o  recém ingressado Hermas Brandão, um hábil articulador, que apoia e atua fortemente em favor de Roberto Requião. “Não é para dividir, é para unir”. O PSB tem o Paraná para testar o discurso de Marina.

Tem caroço nesse angu

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 O deputado Tadeu Veneri desconfia que tem caroço no angu da transferência de terrenos do estado para o ParanáPrevidência. São duas áreas em Londrina e Maringá, onde, de acordo com o projeto do governo, o instituto de previdência do funcionalismo irá construir as chamadas delegacias cidadãs, previstas no programa ParanáSeguro. Veneri, precavido, cobra que o governo informe  o valor dos terrenos e quanto o fundo irá gastar para construir as delegacias e, sobretudo, qual o retorno que o ParanáPrevidência terá com essas obras. “Nós temos que saber qual é o retorno para o fundo porque se trata de recursos que compõem o patrimônio de todos os servidores públicos e que vai garantir as pensões e aposentadorias futuras”, cobra Veneri. O projeto, sem essas informações, já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, nesta segunda. “Podemos presumir que se trata de uma operação para abater no pagamento da dívida do governo do Estado com o ParanáPrevidência”, justifica Veneri a sua preocupação.

André Vargas renuncia nesta terça

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André Vargas deve renunciar nesta terça ao mandato de deputado federal pelo PT do Paraná. “Não tem outra saída. Vão continuar me sangrando até o fim”, avalia. Vargas diz que com a renúncia poupa a família de mais dissabores. Apesar de ter podido renunciar antes e assim ainda concorrer às eleições de outurbo, Vargas sucumbiu às pressões de dentro do próprio partido. Percebeu que já estava condenado antes mesmo de a Comissão de Ética analisar as denúncias contra ele. Pesou, também, o reflexo do episódio na campanha de Dilma e Gleisi. Companheiro da petista desde sua passagem por Londrina, Vargas e Gleisi ultimamente vinham divergindo quanto à condução da campanha ao governo e o enfrentamento estremeceu as relações com Paulo Bernardo, de quem foi tesoureiro na campanha do ministro para a Cãmara. “No caso dele  não se pode fazer julgamento nem absolvições. Acho que tanto a Câmara quanto o PT tem o seu processo para fazer as averiguações e apurações. Eu não tenho dúvida de que, obviamente, é uma situação que para o Partido dos Trabalhadores é ruim. Sempre é mais uma denúncia, uma pessoa que está envolvida”, disse Gleisi.

Mais 295 médicos vão atuar no Paraná

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Com a chegada de mais 295 profissionais do Mais Médicos ao Paraná nesta segunda-feira (14), a meta do programa, de ter 770 profissionais em atividade no estado, foi atingida. Os novos profissionais fazem parte do quarto ciclo do Programa e já passaram pelos módulos de acolhimento e avaliação. O grupo que já desembarcou no Estado será distribuído por 126 municípios paranaenses. De acordo com as informações do Ministério da Saúde, a distribuição segue critérios técnicos, que deram prioridade às cidades em que é maior a parcela da população que depende completamente do atendimento ofertado pelo SUS. Além deste critério, foi ainda observado o fato de serem estas as cidades com alto percentual da população em situação de pobreza, conforme o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).Ao todo, mais 3.745 médicos chegam no país no mês de abril, totalizando 13.235 profissionais cobrindo 4.040 cidades brasileiras. O número atende 100% da demanda dos municípios. No Paraná, 475 médicos já estão atuando em diversas regiões. Gleisi Hoffmann estava lá para recepcionar os novos médicos.

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Claque oficial revolta professores

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 A informação está no site da Gazeta do Povo e dá ideia a quantas andam a peregrinação de Beto Richa pelo interior, nada ver com o noticiário oficial. –  Uma cena inusitada – registra o jornal – chamou a atenção durante o evento de inauguração do radar meteorológico de Cascavel, na última sexta-feira (11): um assessor da Prefeitura local e outro ligado ao governo do estado seguravam faixas, como se fossem professores, com agradecimentos ao governador Beto Richa (PSDB) por investimentos na área. Enquanto isso, do lado de fora do local da cerimônia, dezenas de professores e servidores da Saúde protestavam por melhores salários.

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Razões de Requião para voltar ao governo

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Razões para Roberto Requião ocupar pela quarta vez  o governo  parece não faltar. No pedido de registro de sua pré-candidatura, o senador enumera quais seriam elas : 1) Conclui, semana passada, um circuito completo de visitas  às regiões do Paraná. Por onde quer que passasse, ouvi a forte e clara manifestação dos companheiros do PMDB a favor de uma participação protagonista do partido nas próximas eleições estaduais. 2)Prefeitos, vereadores, dirigentes municipais do partido, militantes e paranaenses em geral não suportam mais uma administração incompetente, inexperiente e, inclusive, com várias denúncias de corrupção, como é o governo de Beto Richa. 3) Todos se lembram que, entre 2003 e 2010, colocamos em execução 298 programas, cobrindo todos os setores da vida dos paranaenses. 4) Prefeitos  e ex-prefeitos,  vereadores e ex-vereadores, especialmente, recordam desses programas e se decepcionam e se revoltam com a inanição do governo, hoje.

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“Espero que o governo pague suas contas”

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12296118Quem cacareja antes leva a fama. A senadora Gleisi Hoffmann (PT) anuniciou agora há pouco, no Facebook, a liberação do empréstimo de R$ 817 milhões que o governo do estado vinha tentando liberar há meses. “O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste. Depois de longo período tentando e não conseguindo, por não cumprir os requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal, o Estado seguiu a sugestão do próprio Augustin e obteve liminar no Supremo que dispensa o cumprimento das exigências. “A liberação dos empréstimos federais tem sido colocada como condição imprescindível para que o Estado possa reorganizar suas contas, marcadas por atrasos com fornecedores e risco de não pagar a folha de salários”, acentua senadora. “Minha expectativa é de que agora isso tudo seja normalizado, os salários sejam garantidos e o Estado pague suas contas, especialmente para os pequenos fornecedores. Instituições fundamentais, como as polícias estão em dificuldades para exercer suas funções por falta de recursos. A prioridade deve ser o pronto restabelecimento dos serviços essenciais à nossa população.”, diz Gleisi; A informação postado é do PT.

Quem são os desafiantes de Dilma

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Oportuna  contribuição para conhecer os ex-governadores e presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Camos está na ampla reportagem que o diligente jornalista André Gonçalves produziu para a Gazeta dominical. - Economistas, jovens, recordistas de votos e com discurso de “nova política”, os dois tentam superar Dilma e evitar a quarta vitória presidencial do PT“, texto que abre a primeira das três páginas da reportagem. Netos de políticos da maior importância em momentos decisivos da história brasileira, Tancredo Neves e Miguel Arraes. O primeiro mais conhecido pela atuação nacional e ainda ter sido negociador de crises como a da posse de Jango Goulart, que  acabou implantando o parlamentarismo e ele sendo  primeiro-ministro, além de primeiro presidente civil depois da ditadura e que não chegou a assumir. Já Arraes, homem de esquerda, restringia-se à política regional e na defesa de uma modelo de socialismo que lhe custou o governo de Pernambuco e um longo exílio na Argélia, com a chegada dos militares ao poder. Tancredo era um conciliador, enquanto Arraes era radicalizador. Os netos, hoje, têm perfis muito parecidos entre si. Jovens ainda, exerceram com sucesso os governos dos seus estados e ganharam projeção nacional. André Gonçalves esteve em Minas e Pernambuco, entrevistou aliados e adversários. Trabalho de fôlego que deve ser lido. http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1461646&tit=O-que-Eduardo-Campos-e-Aecio-Neves-tem-a-mostrar

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